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sexta-feira, 20 de fevereiro de 2009

"OLHAQUIDEIA"

Sem qualquer outra intenção que não seja a de inspirar quem me visita, este é mais um blogue criado por mim há uns meses atrás e que agora decidi torná-lo público.

quarta-feira, 8 de outubro de 2008

Civilizados ... mas pouco!


Cuspir para o chão não acontece só entre nós e são exemplo disso a China (já a tomar medidas) e muitos outros países.
Com tanta pretensão a que nos considerem um povo civilizado, como é que ainda não conseguimos combater este velho hábito, anti-higiénico, repugnante e boçal, a que assisto todos os dias, a começar logo pela manhã, protagonizado indiferentemente por homens e mulheres.
Há 30 anos atrás, em Paris, fiquei chocada quando vi afixadas placas (nalguns edifícios públicos) onde se lia "não cuspir para o chão".
Não é bonito ter que fazer esse tipo de recomendação mas hoje percebo que faz todo o sentido!
Para bem da saúde publica e por todas as razões e mais algumas, venham as proibições, as multas e mais educação cívica.TCP

terça-feira, 23 de setembro de 2008

Mãe desnecessária






















"A boa mãe é aquela que vai se tornando desnecessária com o passar do tempo".
Varias vezes ouvi de um amigo psicanalista essa frase e ela sempre me
soou estranha.
Chegou a hora de reprimir de vez o impulso natural materno de querer
colocar a cria embaixo da asa, protegida de todos os erros, tristezas
e perigos.
Uma batalha interna hercúlea, confesso.
Quando começo a esmorecer na luta para controlar a super-mãe que todos
temos dentro de nós, lembro logo da frase, hoje absolutamente clara.
Se eu fiz o meu trabalho direito, tenho que me tornar desnecessária.
Antes que alguma mãe apressada venha me acusar de desamor, preciso explicar que significa isso.
Ser 'desnecessária' é não deixar que o amor incondicional de mãe que sempre existirá, provoque vício e dependência dos filhos, como uma droga ao ponto de
eles não conseguirem ser autônomos, confiantes e independentes.
Prontos para traçar seu rumo, fazer suas escolhas, superar suas
frustações e cometer os próprios erros também. A cada fase da vida, vamos cortando e refazendo o cordão umbilical, como bem resumiu a psicóloga e educadora Lidia Aratangy no artigo "maternidade, liberdade, solidariedade". A cada nova fase, uma nova perda e um novo ganho, para os dois lados, pais e filhos.
*Porque o amor é um processo de libertação permanente e esse vínculo não para de
se transformar ao longo da vida.*
Até o dia em que os filhos se tornam adultos, constituem a própria família e recomeçam o ciclo.
O que eles precisam é ter certeza de que estamos lá, firmes, na concordância ou na divergência, no sucesso ou no fracasso, com o peito aberto para o aconchego, o abraço apertado, o conforto nas horas difíceis.
Pai e Mãe - solidários - criam filhos para serem livres. Esse é o maior desafio
e a principal missão. Ao aprendermos a ser desnecessários, "nos transformamos em porto seguro para quando eles decidirem atracar."

autora - Márcia Neder

(foto retirada da weeb com o título - "je t´aime" da autora - Anne-Marie )

quinta-feira, 7 de agosto de 2008

conselhos de outros tempos







Remexendo em caixas de cartão onde ao longo dos tempos vou guardando algumas coisas, eis a descoberta de um lenço oferecido à minha mãe pela sua avó materna, nos anos 70.
Vou emoldurá-lo, não vai ficar mais escondido! TCP