sexta-feira, 31 de outubro de 2008

a história de uma máquina

anúncio publicado em 1942 pela marca Singer




















placa que ainda se pode encontrar afixada nalgumas lojas mais antigas

A idéia de se costurar através de uma máquina surgiu no ano de 1760 e passou muito tempo despercebida. Inúmeros inventores desenvolveram projetos e patentearam novos modelos de máquinas de costura, porém nenhum deles era prático.

A construção da primeira máquina de costura Singer, há mais de 150 anos, representou o ponto de partida de uma evolução que proporcionou a todas as mulheres, em todos os pontos do globo, os meios para realizarem suas tarefas de costura de forma mais produtiva, reduzindo os custos e o tempo despendido na confecção de roupas.

No ano de 1850, o Sr. Isaac Merrit Singer (mecânico, ator e inventor) conheceu, na oficina do Sr. Orson Phelps, uma máquina de costura. Ao analisar cuidadosamente o seu funcionamento, sugeriu modificações que revolucionaram sua fabricação. Em onze dias, estava pronta a primeira máquina de costura realmente eficiente. Singer solicitou uma patente em 1851 e continuou a melhorar sua máquina até sua morte, em 1875, aos 63 anos.

Em 1851, o Sr. Isaac Singer fundou a SINGER, que inicialmente enfrentou sérios problemas para introduzir seu produto, pois o público não acreditava que a máquina funcionava corretamente. Mas, aos poucos, o produto foi ganhando credibilidade.

Visando facilitar a compra das máquinas, a Singer foi pioneira na introdução do sistema de vendas a prazo. A empresa cresceu no mercado mundial e o nome Singer se firmou como sinônimo de máquina de costura.

segunda-feira, 27 de outubro de 2008

sábado, 25 de outubro de 2008

o chão que pisamos





[Os estudiosos portugueses atribuem a D. Manuel, rei de Portugal por ocasião dos descobrimentos, a iniciativa de pavimentar o piso em volta da Torre de Belém com seixos rolados, chamados por lá de "calhaus" rolados, recolhidos às margens do Tejo, para homenagear Vasco da Gama.
Depois do terramoto que dizimou Lisboa em 1755, muitas casas lisboetas recorreram aos seixos para desenhar estrelas na calçada como talismã contra os tremores da terra.
A chamada "pedra portuguesa", conforme a conhecemos, em calcita branca e basalto negro, foi empregada pela primeira vez em Lisboa no ano de 1842, por presidiários, então chamados "grilhetas". A iniciativa partiu do Governador de Armas do Castelo de S. Jorge, Tenente-general Eusébio Cândido Furtado. O desenho foi uma aplicação simples, tipo zig-zag. Para a época foi uma obra de certa forma insólita que motivou versos satíricos dos cronistas portugueses e levou o escritor Almeida Garrett a mencioná-la no romance O Arco de Sant’Ana.
O sucesso foi tanto que proporcionou ao Tenente-general novas verbas para pavimentar toda a área do Rossio - seguramente a região mais conhecida, mais central de Lisboa - numa extensão de 8.712 metros quadrados. Logo, a pavimentação massiva espalhou-se por toda a cidade e pelo país.]

As fotos (de Reizen)e texto foram retirados do Google.

sexta-feira, 24 de outubro de 2008

o eterno xadrez


Dizem que se usa outra vez!
Eu não sei, para mim isso não tem qualquer importância, só sei que gosto! Habituei-me a ele desde que conheço as formas e as cores. Este padrão, presente nas toalhas de piquenique, nas malas, nos chapéus, nos casacos por dentro ou por fora, nos cobertores e nas caixas, é-me familiar desde sempre!
Pensando bem, neste inverno, o meu casaco de xadrez, com alguns aninhos, vai sair de novo do armário e entrar naturalmente em cena, mais uma vez. TPC

quinta-feira, 16 de outubro de 2008

Todos diferentes, todos bonitos!

Moleskine - agenda Beijing










Moleskine - caderno










Moleskine - album

Moleskine, para que te queremos ?

Para escrever, desenhar ou mesmo pintar, o caderno dos artistas, escritores, viajantes e não só, o Moleskine aí está para todos os gostos, com modelos cada vez mais inovadores, em vários tamanhos e cores, pautados, lisos ou quadriculados.
(imagem retirada da weeb)

segunda-feira, 13 de outubro de 2008

Publicidade Vintage...

enganosa ou não, hoje as "verdades" são outras



domingo, 12 de outubro de 2008

coisas doutros tempos

quiosque bem conservado e a funcionar num jardim público do Seixal

maqueta da antiga estação dos caminhos de ferro do Seixal no mesmo jardim

anúncio em azulejo afixado numa parede de um edifício antigo

quarta-feira, 8 de outubro de 2008

Civilizados ... mas pouco!


Cuspir para o chão não acontece só entre nós e são exemplo disso a China (já a tomar medidas) e muitos outros países.
Com tanta pretensão a que nos considerem um povo civilizado, como é que ainda não conseguimos combater este velho hábito, anti-higiénico, repugnante e boçal, a que assisto todos os dias, a começar logo pela manhã, protagonizado indiferentemente por homens e mulheres.
Há 30 anos atrás, em Paris, fiquei chocada quando vi afixadas placas (nalguns edifícios públicos) onde se lia "não cuspir para o chão".
Não é bonito ter que fazer esse tipo de recomendação mas hoje percebo que faz todo o sentido!
Para bem da saúde publica e por todas as razões e mais algumas, venham as proibições, as multas e mais educação cívica.TCP