terça-feira, 30 de setembro de 2008

Maracujá-Banana


















Provei, gostei e guardei um exemplar deste fruto para tentar a sua reprodução no meu "jardim suspenso", num vaso é claro!
Apesar de ter o aspecto de uma banana, o seu sabor assemelha-se ao do maracujá, mas menos ácido.
Para satisfazer a curiosidade de quem, tal como eu, só agora passou a conhecer esta variedade de maracujá, junto alguma informação que retirei da web. TCP

"O Maracujá-Banana (Passiflora mollissima) é originário das zonas de altitude da Venezuela à Bolívia, podendo aparecer a altitudes de 3000 a 4000 m nas regiões andinas em condições ecológicas que outras espécies não têm condições de sobreviver.
Passiflora mollissima é uma planta trepadeira, considerada por muitos, uma verdadeira praga.
Apesar de ter frutos saborosos, invade territórios que não lhes pertencem. Algumas partes da Floresta Laurissilva são literalmente atacadas por esta espécie invasora originária da América do Sul.
As suas flores são grandes e têm uma coloração agradável – as cores rosa, rosa claro e branco fundem-se numa harmonia perfeita – possuem uma espécie de coroa no centro, estão penduradas e são solitárias. As suas folhas verdes têm um brilho que torna a planta ainda mais fotogénica.
O seu fruto é chamado Maracujá-Banana por ter a forma de uma banana. Depois de maduro adquire uma cor amarelada, mas enquanto isso não acontece, o verde é a cor predominante."

domingo, 28 de setembro de 2008

E ele aí está, desde do dia 22!



As folhas caídas e a cores das árvores não enganam! Mas chegou tímido, este Outono, com temperaturas amenas ainda a lembrar o Verão, talvez para nos compensar de alguma chuva que caiu e de algumas noites frias e de algum vento que se fizeram sentir durante os meses de Julho e Agosto. TCP

terça-feira, 23 de setembro de 2008

Mãe desnecessária






















"A boa mãe é aquela que vai se tornando desnecessária com o passar do tempo".
Varias vezes ouvi de um amigo psicanalista essa frase e ela sempre me
soou estranha.
Chegou a hora de reprimir de vez o impulso natural materno de querer
colocar a cria embaixo da asa, protegida de todos os erros, tristezas
e perigos.
Uma batalha interna hercúlea, confesso.
Quando começo a esmorecer na luta para controlar a super-mãe que todos
temos dentro de nós, lembro logo da frase, hoje absolutamente clara.
Se eu fiz o meu trabalho direito, tenho que me tornar desnecessária.
Antes que alguma mãe apressada venha me acusar de desamor, preciso explicar que significa isso.
Ser 'desnecessária' é não deixar que o amor incondicional de mãe que sempre existirá, provoque vício e dependência dos filhos, como uma droga ao ponto de
eles não conseguirem ser autônomos, confiantes e independentes.
Prontos para traçar seu rumo, fazer suas escolhas, superar suas
frustações e cometer os próprios erros também. A cada fase da vida, vamos cortando e refazendo o cordão umbilical, como bem resumiu a psicóloga e educadora Lidia Aratangy no artigo "maternidade, liberdade, solidariedade". A cada nova fase, uma nova perda e um novo ganho, para os dois lados, pais e filhos.
*Porque o amor é um processo de libertação permanente e esse vínculo não para de
se transformar ao longo da vida.*
Até o dia em que os filhos se tornam adultos, constituem a própria família e recomeçam o ciclo.
O que eles precisam é ter certeza de que estamos lá, firmes, na concordância ou na divergência, no sucesso ou no fracasso, com o peito aberto para o aconchego, o abraço apertado, o conforto nas horas difíceis.
Pai e Mãe - solidários - criam filhos para serem livres. Esse é o maior desafio
e a principal missão. Ao aprendermos a ser desnecessários, "nos transformamos em porto seguro para quando eles decidirem atracar."

autora - Márcia Neder

(foto retirada da weeb com o título - "je t´aime" da autora - Anne-Marie )

sábado, 20 de setembro de 2008